A mesma cena se repete desde que tínhamos uns dez e onze anos, respectivamente. Uma orca sobe o chão e me puxa para o fundo antes que esta presa fácil possa esboçar uma reação. Uns socos na banha acabam por ter efeito de cócegas. Damos risadas batendo os queixos.
- Se movimente na água, não pare de nadar.
Obedeço por uns minutos, até quando deixa de ser divertido.
- O que foi?
- Estava pensando em todos os momentos que podiam ser como este, e que nos foram roubados.
Hora de prosseguir. Ele enfia bruscamente as toalhas encharcadas de volta na mochila. Sinal de que devo pôr de volta, e o mais rápido possível, as roupas suadas.
Continua...
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